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Ei! Fico feliz com sua visita.

Eu sou Ivana Moreira — jornalista por formação, comunicóloga por escolha e pesquisadora por inquietação.

Me formei pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e, desde então, venho construindo um caminho que atravessa o jornalismo, a comunicação institucional e a pesquisa acadêmica. Gosto de contar histórias, mas, principalmente, de entender como e por que elas são contadas.

Comecei na assessoria de comunicação da Secretaria de Desenvolvimento Rural da Bahia, onde aprendi, na prática, o ritmo da comunicação institucional: cobertura de eventos, produção de conteúdo, redes sociais e tudo aquilo que acontece nos bastidores da informação.

Mas foi no jornalismo esportivo que encontrei um espaço de identificação. Acompanhei campeonatos, clubes e narrativas que atravessam o esporte e a cultura. No Futebol na Veia, atuei na cobertura do Campeonato Baiano e da Major League Soccer, além de integrar o projeto Rainhas da Bola como editora de podcast e repórter do boletim internacional. Também fui setorista do Boca Juniors.

Depois, segui como redatora e setorista no Minha Torcida (RC Lens e RB Leipzig) e no Premier League Brasil (West Ham), sempre transitando entre informação, análise e narrativa.

Paralelamente a tudo isso, a pesquisa nunca deixou de ser parte de quem eu sou. Desde a graduação, investigo temas ligados à comunicação e memória — com interesse especial nas relações entre gênero, narrativa e memória digital. Fiz parte do grupo de pesquisa ARCCO e sigo desenvolvendo trabalhos nessa área.

Também atuo com assessoria de comunicação, produção de conteúdo, apuração e campanhas institucionais, além de trabalhos como freelancer. E, entre uma linguagem e outra, a fotografia também entrou no meu percurso como forma de olhar e registrar o mundo.

Fora do campo profissional, acredito na comunicação como prática social. Já fui vice-presidente do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos das Mulheres, em Cruz das Almas (BA), e atuei como jovem liderança em comunidade quilombola — experiências que atravessam diretamente a forma como penso e faço comunicação.

No fim, meu trabalho gira em torno disso: narrativas, memória e as formas como a gente constrói sentido a partir delas.

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